11/12/2019

Sou mãe e agora?

Série: Família e carreira

SOU MÃE E AGORA?

PRIMEIRAS EMOÇÕES

GRAVIDEZ, GESTAÇÃO, FAMÍLIA, ADOÇÃO, FILHO, CARREIRA

Você faz o exame Beta e tchã-rã, resultado positivo, uau! Um turbilhão de emoções nesse momento tão singular na vida de uma mulher, ou melhor, de uma família.

Quando se trata de adoção, considero o momento do “resultado positivo” quando toda a documentação é aprovada pelo Ministério e os pretendentes estão oficialmente na chamada “fila de espera”, pois ali as pessoas estão gestando apenas de uma forma diferente e, dependendo do caso, em tempo maior que 09 meses e em outro útero, que não o da mãe que aguarda.

Quando a vinda de um filho é planejada esse momento pode ser muito diferente de quando não é, tanto pensando apenas na estrutura familiar, quanto na carreira.

O fato é que independente de planejamento, é muito comum sentir um frio na espinha e pensar sobre a responsabilidade que é ter um serzinho que depende de você, completamente.

A gestação biológica passa muito rápido e não são todas as mulheres que podem curtir cada momento dela, principalmente as que possuem uma jornada grande de trabalho, bem como, as que estão preocupadas em não perder o emprego ao retornar de licença maternidade, pelo fato de ter um filho que exige mais dela. Diante dessas questões, fico pensando sobre  qual é o preparo emocional e psicológico para:

  • Receber um filho?
  • Lidar com as mudanças do corpo e de rotina da vida?
  • Pensar em como serão os cuidados do filho quando a mãe voltar ao trabalho?
  • Pensar sobre a carreira, se continuará como antes ou fará uma transição?

CARREIRA E MATERNIDADE

CARREIRA, MATERNIDADE, TRABALHO, PROFISSIONAL GRÁVIDA

Depois que o filho nasce a cabeça de uma mãe pode mudar muito, de forma que as decisões anteriores ao nascimento mudem conforme os dias vão passando. E um sentimento muito comum é o sofrimento das mães quando pensam que precisam voltar ao trabalho e terão que se adaptar como processo de transferir parte dos seus cuidados para uma babá, algum cuidador da família, uma creche ou escolinha. Eita momento difícil para muitas mães.

Pode ser que nesse momento muitas mulheres comecem a se questionar se aquilo que vinham fazendo é o que desejam para sua vida. E que bom que as pessoas se questionam sobre suas escolhas, sobre os caminhos que estão percorrendo.

Não existe resposta do que é certo, errado, melhor ou pior, mas a reflexão é válida e um acompanhamento profissional ajuda muito para pensar sobre o que será melhor para o filho e para seus pais, ou seja, para a célula familiar como um todo.

Embora o ser humano esteja em constante mudança, para muitos essas mudanças assustam, no que diz respeito ao processo de transição em si, pensando se será dolorido ou não.

Mas as mulheres podem se surpreender com dois fatores:

  • A facilidade do filho para adaptação da nova rotina e ficar longe da mãe;
  • O sentimento da própria mãe quando volta à rotina de trabalho, pois pode sentir como se estivesse até descansando. Nesse momento pode surgir um sentimento de culpa: “Como sinto alívio ou relaxamento em não estar com meu filho?” “Que mãe sou eu?

Sentir o trabalho como descanso é natural, visto que os cuidados com uma criança exigem muita doação, além das novidades diárias, sempre tem uma surpresa ou outra para aprender a lidar. Costumo dizer que “não tem zona de conforto com uma criança pequena.” Já o trabalho, quando se gosta do que se faz, geralmente a pessoa já tem prática, a habilidade já está desenvolvida, já está acostumada, não exige no mesmo nível físico, emocional e psicológico.

Entretanto, já observei muitas mães que não gostam da empresa em que prestam serviços ou das atividades que realizam e o grande questionamento que surge dentro de uma mãe é: “vou deixar de ficar com meu filho para fazer algo que não gosto ou não me faz bem?” Esse processo torna-se um fardo para a mãe, o que indiretamente vai afetar o filho, porque a mãe não estando bem, o filho capta sua energia, sente suas emoções, além de tudo ficar mais difícil para a mãe também.

É o momento de reavaliar sua carreira, suas escolhas, quais alternativas existem e, caso necessário, planejar uma transição de carreira, de forma que faça mais sentido com o seu momento de vida, com os seus anseios e que traga maior realização pessoal.

O lado positivo de tudo isso é que uma pessoa quando tem um filho, dificilmente será a mesma pessoa de antes, tanto emocional, quanto psicologicamente. Surge um turbilhão de emoções para aprender a lidar, portanto o desenvolvimento de um ser humano quando se entrega à paternidade/maternidade é algo intenso e transformador e quanto mais refletido e trabalhado, será melhor para o crescimento e equilíbrio de todos os envolvidos.

Revisão de texto: Felipe Toazza Caldeira

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